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Saúde Bem Explicada12 de junho de 20182min216

O aumento da expectativa de vida da população e a conscientização  que somos responsáveis pela manutenção da saúde  têm tornado os alimentos funcionais cada vez mais populares.

O livro Nutrição Funcional, de Manuela Dolinski, chega a sua segunda  edição.  O trabalho apresenta uma introdução sobre alimentos funcionais e sua composição, discute diversos estudos sobre alimentos funcionais e patologias específicas, versa sobre legislação brasileira para alimentos funcionais, alimentação saudável, e termina com receitas  testadas em laboratório.  Os capítulos abordam desde os principais conceitos e bases da ciência da nutrição até a ação dos alimentos funcionais e seus compostos bioativos, na prevenção ou como coadjuvante no tratamento de diversas doenças crônicas.

Segundo a autora, a nutrição funcional é baseada nos alimentos funcionais, ou seja, alimentos que além dos nutrientes possuem compostos bioativos, substâncias fundamentais na prevenção de doenças crônicas, como obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e câncer.  Estre os exemplos estão:  vinho tinto, cujo composto bioativo principal é o resveratrol, que reduz o risco de doenças cardiovasculares e câncer. Outros exemplos de alimentos e seus compostos bioativos: chá verde (catequinas), alho (aliina), café (ácido clorogênico), tomate (licopeno), iogurtes e fermentados lácteos (probióticos).

No livro nutricionistas, estudantes de nutrição, profissionais  de saúde e demais interessados no tema poderão desfrutar de conteúdo total, apresentado criticamente e ainda conhecer receitas práticas com alimentos funcionais e seus compostos.

Manuela Dolinski é doutora pela Universidade Federal de São Paulo e Mestre em Nutrição Humana pela UFRJ.


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Saúde Bem Explicada28 de dezembro de 20173min116

Cear com a família e amigos é sempre um momento esperado nas festas de final de ano. Porém, para não acabar com a harmonia desse momento tão aguardado durante o ano todo, é importante que alguns cuidados sejam tomados com os alimentos servidos para que eles não terminem como os vilões da festa.

“Na maioria das vezes em que há intoxicação alimentar, porque ingerimos um alimento contaminado por microrganismos e, nessa situação, o alimento continua com o aspecto, cheiro e sabor inalterados, por isso comemos sem perceber a contaminação e nos intoxicamos”, é o que conta Milene Tiellet, sócia e nutricionista responsável da Alimentar Consultoria. Ainda segundo ela, o alimento se contamina principalmente por ficar exposto a temperaturas inadequadas (10ºC a 60ºC), que permitem a proliferação dos microrganismos.

“É comum no dia da festa colocarmos a mesa com antecedência, e cada familiar trazer  um prato, ou encomendar alguma preparação em restaurantes e padarias, e em todas essas situações há exposição do alimento a temperaturas de risco, principalmente no nosso país onde a temperatura ambiente fica em torno os 30ºC. O alimento após ser preparado só é seguro se ficar apenas 30 minutos fora da temperatura adequada. Por isso, é importante colocarmos à mesa próximo a hora de cear”, afirma a especialista.

Outra recomendação se enquadra em situações nas quais alguém precise levar um prato para casa de algum parente. A nutricionista também indica que o transporte em um recipiente térmico e, ao chegar ao local, armazene-o rapidamente na geladeira aquecendo-o novamente na hora de servir. Se comprar alguma preparação em estabelecimentos comerciais, ao chegar em casa, também é aconselhado que se tire toda a embalagem de papelão e mantenha a preparação sob refrigeração aquecendo-a na hora de servir.

Nesta época do ano, porém, a superlotação de geladeiras e outros compartimentos refrigerados também pode ser um dos maiores vilões, já que dificulta a circulação de ar frio em seu interior. A consequência, afirma Milene Tiellet, é o aumento do risco de contaminação graças a elevação da temperatura.

Fonte: Rita de Cássia Costa – Assessoria de Imprensa Graziela Martins