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Saúde Bem Explicada22 de agosto de 20183min154

O inverno é a melhor época do ano para fazer tratamentos com lasers. E uma nova geração de laser já existe no Brasil para tratar de diversos aspectos de saúde e beleza da pele.

A dermatologista Denise Chambarelli explica que com uma nova plataforma de lasers, inovadora e que agrega recursos  diversos em um mesmo aparelho, é possível atender a várias necessidades de pacientes. “Já dispomos de laser de última geração para tratar desde cicatrizes de acnes até flacidez, utilizando uma mesma plataforma. O que muda é a ponteira”, explica a dermatologista, acrescentando que com isso a paciente tem um tratamento muito mais preciso, com resultados mais eficientes.

A médica ressalta que a plataforma oferece tratamentos com lasers fracionados ablativos e não ablativos, aumentando o número de procedimentos realizados em consultório. “Temos a possibilidade de uso de diversos espectros de luzes, como a Luz Intensa Pulsada”, afirma Dra Denise.

Dicas e orientações da dermatologista para tratamentos com novos lasers:

– Acne – “o laser atua com suavidade nas irregularidades cutâneas e poros dilatados, melhorando a textura e a aparência da região. O aparelho é contraindicado para ser usado em peles morenas a negras, pois podem manchar”, destaca Dra Denise.

– Luz pulsada – tecnologia que emite luz com diferentes comprimentos de ondas, que atingem vários tipos de alvos, como a melanina (dos pelos, sardas e manchas escuras), os vasos sanguíneos (microvasinhos da face, pescoço e colo) e o colágeno. A luz emitida na pele gera calor, atinge a cor vermelha dos vasinhos e a cor escura da melanina dos pelos e manchas, eliminando-os posteriormente, bem como estimula e remodela o colágeno , mantendo a superfície da pele intacta.

– Dispomos de dois tipos de Lasers Fracionados. “Ambos promovem uma fototermolise fracionada, ou seja, geram múltiplos pontos (colunas) extremamente aquecidos na pele, cercados por ilhas de pele intacta (não tratada). Desse modo, a cicatrização ocorre de forma mais rápida e segura”, explica Dra Denise.

A tecnologia fracionada acelera a recuperação da pele, minimiza o risco de efeitos  adversos e aumenta a eficácia sobre métodos tradicionais. “Os procedimentos são totalmente seguros e oferecem resultados imediatos, visíveis já nas primeiras sessões do tratamento”, explica a dermatologista.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa – Simone Barros


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Saúde Bem Explicada21 de fevereiro de 20186min303

Técnica repara deformidades em recém-nascidos, com a utilização de prótese de silicone

Você sabia que a tradicional orelha de abano pode aparecer em um recém-nascido? Não se trata só de um problema que atinge crianças e adultos.

Nos casos dos bebês, essa deformidade pode ser facilmente corrigida. Se um procedimento simples for feito até o pequeno completar trinta dias de vida, a orelha de abano nem fará parte das memórias da infância. Quem garante é o cirurgião plástico Maurício Orel, especialista no assunto e que trabalha com a técnica desde 2016.

“Como a orelha ainda não está completamente formada, porque o nenê está em fase de desenvolvimento do corpo, é possível corrigí-la por meio de um molde de silicone. Uma forma que não agride o recém-nascido”, explica Orel. Ele também esclarece que a indicação da otoplastia (cirurgia da orelha) só é feita para crianças acima de 6 anos. “O uso da prótese dispensa a cirurgia e proporciona um resultado rápido e eficaz.”

Apesar de afetar de 2 a 5% da população mundial, um número considerado pequeno, essa deformidade abala a qualidade de vida. Em muitos casos, os portadores são vítimas de bullying, gerando problemas psíquicos.

 

Molde de silicone

“O diagnóstico precoce é um fator determinante”, salienta o especialista, reforçando como a atenção dos pais à saúde do bebê é essencial para a detecção precoce do problema.

A prótese de silicone, batizada de EarWell ® nos Estados Unidos, remodela a cartilagem da área rapidamente, tratamento nada invasivo e indolor, segundo Orel. A prótese serve tanto para corrigir orelha de abano como vários tipos de outras deformidades na orelha, menos conhecidas.

Primeiramente, é preciso moldar a prótese conforme o formato da orelha e a necessidade de reparação, procedimento que deve ser feito pelo cirurgião plástico. Depois, é só fixá-la na orelha com o auxílio de adesivos. O tempo de uso da prótese também é determinado pelo médico, mas, geralmente, costuma ser de 30 a 45 dias. “A EarWell ® resolve questões puramente estéticas e não trata ou interfere em aspectos auditivos”, ressalta.

O bebê recebe de sua mãe, através do cordão umbilical, hormônio estrógeno, responsável por amolecer as cartilagens e permitir a passagem da criança pelo canal do parto. Após 30 dias de vida, o hormônio começa a diminuir e a orelha a ficar mais rígida, por isso a correção via prótese de silicone não é mais eficaz. “Recebo muitas crianças com mais de 45 dias de vida e, infelizmente, não posso mais realizar o procedimento. Pediatras desconhecem e não informam os pais da disponibilidade de tal produto”.

Orel reforça que a modelagem é uma forma muito comum usada pelos pais quando percebem a orelha de abano em seus bebês e que, apesar de não ser definitiva, pode fazer uma pequena diferença. “Os pais costumam colocar faixas de pano e evitar que o bebê durma apenas de um lado. Mas, feita de maneira caseira não tem eficácia, pois a orelha não é modelada de forma constante e por grandes períodos”, informa.

O cirurgião plástico afirma que as imperfeições na cartilagem da orelha podem ser ocasionadas por fatores genéticos ou pela posição intrauterina do bebê. Além da orelha de abano, outras deformidades que aparecem são conhecidas como cálice, quando o órgão é projetado para fora e possui formato fechado, parecendo o objeto que dá nome ao problema; ptosada, quando a orelha apresenta sua parte superior dobrada; padrões mistos, ou seja, quando mistura características de abano, cálice e ptosada, e pontiaguda (orelha de Stahl), que lembra a orelha do personagem Spock, da série “Jornada nas Estrelas”.

 

Como reconhecer a orelha de abano

Muitos pais têm dúvidas se a orelha está em abano ou não. Maurício Orel dá a dica: “Basta medir com uma régua a distância entre a orelha e o crânio. A distância normal em bebês recém-nascidos é de até 7 mm. Se a distância for maior que 9 mm, é sugerido fazer o procedimento para que a projeção das orelhas diminuam e tenham características normais.

 

SOBRE O DR. MAURÍCIO OREL – cirurgião plástico, especialista em cirurgia geral pela Faculdade de Medicina do ABC e em cirurgia plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), membro da SBCP e das entidades internacionais IPRAS (International Confederation for Plastic Reconstructive and Aesthetic Surgery) e ASPS (American Society of Plastic Surgeons). Também é pioneiro no tratamento de deformidade de orelhas em recém-nascidos de forma não invasiva  Earwell ® em São Paulo (sem cortes ou dores ao bebê).

 

 


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Saúde Bem Explicada18 de fevereiro de 20186min195

Levantamento clínico aponta que cerca de 60% dos pacientes não conseguem manter os resultados da retirada de gordura.

A lipoaspiração, principal técnica para acabar com a gordura localizada no abdômen, quadris e coxas, melhora o contorno corporal, mas não deve ser empregada para o emagrecimento do paciente. Esse é um dos enganos mais comuns de quem procura o procedimento. Um levantamento clínico realizado pelo cirurgião plástico Bruno Herkenhoff, coordenador do curso para obtenção do título de especialista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP),  constatou que 60% dos pacientes submetidos à lipoaspiração não mantêm os resultados por muito tempo. Segundo o estudo, 30% dos que se submetem à lipo retornam ao consultório para um novo procedimento cerca de um ano depois, muitas vezes, no mesmo lugar do corpo.

O resultado do levantamento levou o médico a iniciar uma campanha de conscientização sobre a importância de mudar hábitos e também a percepção de que a lipo serve como método de emagrecimento. Bruno Herkenhoff ressalta que a cirurgia é indicada para retirada do excesso de gordura  que, dificilmente, é eliminado com dietas balanceadas e práticas de exercícios físicos.

 

Planejamento

O cirurgião Bruno Herkenhoff sinaliza, ainda, que é importante fazer um planejamento para se submeter à cirurgia. Em muitos casos, segundo ele, quem procura a lipoaspiração é orientado a perder peso.

– As pessoas, na maioria das vezes, marcam a consulta querendo operar na semana seguinte. Mas, além do tempo necessário aos exames pré-operatórios, pacientes com sobrepeso precisam emagrecer, pois uma lipo segura retira, no máximo, cinco ou seis quilos. É realmente necessário que se entenda que lipoaspiração não é método de emagrecimento – afirma o médico.

O cirurgião Bruno Herkenhoff  ressalta que não há  risco em se submeter a uma nova lipoaspiração em um ou dois anos. Na sua avaliação, o principal  impacto é emocional.

– A cirurgia é um investimento grande na vida do paciente: financeiro, de tempo e de saúde. Há grande frustração quando, pouco tempo depois, ele se vê novamente com a gordura que retirou. Só que, por mais que trabalhemos sua consciência a respeito de que é necessário manter os resultados do procedimento, na maioria dos casos, falta força de vontade por parte do paciente.

Confira a lista dos 7 erros mais comuns:

1 – Acreditar que a lipo é um método de emagrecimento.  Sua indicação é para retirada de gordura localizada.

2-  Esperar que depois da lipoaspiração não voltará a engordar.  A lipoaspiração, assim como outros procedimentos estéticos, exige  reeducação alimentar e atividade física. Se o paciente não se controlar,  vai ganhar peso de novo!

3 –  Imaginar que será possível retirar  toda a gordura localizada.   A cirurgia prevê  um limite de volume aspirado determinado por  resolução dos Conselhos de Medicina. O volume aspirado não deve ultrapassar 5% a 7% do peso corporal.

4 –  Achar que a lipo é algo tão simples que pode ser feito em consultório médico.  Os conselhos de medicina e a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) proíbem este tipo de situação.  Para segurança do paciente, a lipoaspiração só deve ser realizada em centro cirúrgico,  em hospital com estrutura para uma eventual emergência.

5 – Procurar realizar o procedimento com profissional não qualificado.  Os conselhos de medicina determinam na Resolução N 1711 parâmetros de segurança na lipoaspiração. É necessário treinamento específico para a sua execução, além de ter habilitação prévia em área cirúrgica geral e em cirurgia plástica.

6 –  Não considerar a necessidade de realizar exames antes da cirurgia. Como em qualquer procedimento cirúrgico , o médico deve pedir exames pré-operatórios e  realizar  a cirurgia em local com boa estrutura. Importante: o procedimento deve ser feito com cirurgiões plásticos habilitados e credenciados na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

7 –  Ignorar a necessidade de cuidados após a lipo. Deve-se fazer o pós-operatório correto para uma boa recuperação e bom resultado.  O paciente precisa usar cinta modeladora e fazer repouso, além de manter boa hidratação e alimentação.  A drenagem linfática é indicada para ajudar a desinchar e evitar a formação de nódulos.


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Saúde Bem Explicada28 de dezembro de 20174min248

Conheça o tratamento que preenche sulcos ou rugas, hidrata a pele, esculpe o lábio e melhora o contorno de toda a face, além de tratar disfunções temporomandibulares e bruxismo

 A Estética Orofacial, também conhecida como Harmonização Orofacial, tornou-se uma constante nos consultórios de todo país. A área, que integra a odontologia, é ainda relativamente recente no Brasil, e tem o objetivo de manter o equilíbrio entre a parte funcional e estética do conjunto da face, possibilitando ao paciente maior conforto e autoestima.

De acordo com recentes pesquisas, o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking mundial de países com maior número de tratamentos estéticos e cirurgias plásticas, com aproximadamente 2 milhões de procedimentos ao ano, perdendo apenas para os Estados Unidos, e ter um rosto firme, bem desenhado e harmônico, ao longo dos tempos, tornou-se um objeto de desejo de muitas pessoas.

De acordo com a Dra. Tereza Scardua, que é odontologista e especialista em estética orofacial, muitas vezes o paciente realiza a reabilitação odontológica e funcional da boca e somente ao término do tratamento percebe que aquele novo sorriso não harmoniza mais com o restante do rosto. Nesta hora entra a Harmonização Orofacial, um procedimento em que são injetadas substâncias para preencher sulcos ou rugas, hidratar a pele e melhorar o contorno de toda a face. A técnica também permite realizar uma escultura labial, redefinindo a forma dos lábios, aumentando o volume ou apenas realçando o contorno, de acordo com as necessidades de cada paciente.

É valido lembrar que, além de benefícios estéticos, o tratamento atua na melhora de problemas de saúde como disfunção de ATM, bruxismo e dor orofacial, auxiliando, por exemplo, tanto pacientes que rangem quanto os que apertam os dentes.

Para o procedimento, são utilizadas substâncias como a toxina botulínica, mais conhecida como botox, e o ácido hialurônico, substância vital natural que auxilia na juventude da pele, atuando para manter seu aspecto estável, protegido, e renovado constantemente.

Mas a especialista alerta, estar atento aos tipos de técnicas, substâncias e profissionais para a execução do método é de extrema importância e deve ser levado em consideração, para que o sonho de ter um rosto mais proporcional não se torne um pesadelo!

Sobre a Dra. Maria Tereza Scardua

 A Dra. Scardua é graduada em odontologia pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), especialista em ortodontia pela Universidade Estadual de São Paulo (USP), mestre em disfunção temporomandibular e dor orofacial pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e pós-graduada em saúde baseada em evidências científicas pelo hospital Sírio Libanês.

Tereza Scardua possui vários artigos científicos publicados em periódicos nacionais e internacionais, que versam sobre seu trabalho com extensa experiência em tratamentos ortodônticos de adultos, casos cirúrgicos e crianças.

A profissional também é membro das Associações Americana e Brasileira de Ortodontia, e da Academia Internacional de Estética Facial, além de deter o título de diplomada pelo Board Brasileiro de Ortodontia e Ortopedia facial, que é mundialmente reconhecido, bem como do National Board Dental Examination (NBDE), dos Estados Unidos.

Fonte: Duetto Comunicação